sábado, 12 de maio de 2007

Êxtase, alegria e tudo girando.


Chão de estrelas
A moça rodopia entre pirilampos
Doirada e vivaz, em dose tão cavalar
Gosto de vê-la dançar, doce sinergia
Felicidade, nostalgia, mar

É você tão bela no meu espelho
e a vida ao redor de tudo:
vida ao nosso redor

Imperativa e maior.

- By me®

Na postagem passada, em minha ânsia de libertar, esqueci de dizer que a poesia "Pombas na praça" faz parte do Caramanchão (uma das divisões de Plurilógico). No Caramanchão, a mente senta, bebe chá, se deixa envolver pela natureza ao redor e floreia, (re)pensando a vida, suscitando questionamentos e reformulando.
Essa poesia que estou apresentando hoje a vocês vem da Bolha Íntima, assim como os primeiros poemas de Plurilógico que apresentei aqui. Acredito que ela fale por si mesma e dispense comentários.
Continuo agradecendo todas as pessoas que comentam aqui. Obrigado!

8 comentários:

Bruno_soft disse...

Olá!

Bem, pela sua descrição
do Caramanchão, esse belo poema
da moça deveria estar nele, não?
Por que não tá?
rsrsrs

E, sim, você gostou do ode? o0

Valeu!

héber sales disse...

pirilampos é uma palavra intrigante,
não? vou até vê-la no dicionário
deve ter uma origem curiosa
como os salamaleques e as patavinas

abraço!

Analuka disse...

...Instantes de êxtase fazem a alma cintilar, sim!... E girar, dançar os corações e almas, flanar por este e outros mundos floridos, intensos, estrelados!...

O que vemos no espelho é, muitas vezes, o que existe e vibra em nosso interior: feliz de quem vê o mundo com olhos de cor, luz e doçura!...

Abraços alados azuis.

Leila Lopes disse...

Qualquer lugar e esse giro da vida nos envolvendo, não há como não se deixar voar.
Beijos, Yuri.

Analuka disse...

Yuri, também " vejo" a raiva de um modo semelhante ao teu: ali onde ela se esconde, ou se intromete, ou se disfarça, há algo de sombrio ou uma ferida sangrando... e, às vezes, é necessário derramar este mau sentimento para fora, de algum modo, para que a alma não adoeça: algo assim como "retirar o espinho", para que o corte possa cicatrizar... Quem guarda raiva, aos poucos, se envenena, e isto passa a verter para fora de si, através das palavras, da pele, do olhar, da energia pesada que a pessoa passa a irradiar...
Enfim, feliz de quem consegue se livrar dela, o quanto antes!... e plantar novas flores azuis neste lugar, semear novas ternuras rosadas, crer em outros sonhos violetas...
(Tentei postar o comentário na postagem acima, mas não foi possível, não aparecia o link para comentar, então deixo meu rastro e poeiras por aqui, está bem?)
Abraços alados, e muita luz!

Danielle disse...

eu ia comentar sobre o meu amigo Bruno, mas vejo que ele há pôs-se a comentar antes de mim, haha!
vocês dois podem trocar muitas idéias interessantes, pois ambos compartilham sinônimas idéias.
gosto do jeito que escrevem.
continuem produzindo, pois o país precisa de cultura!

beijos

Lunna disse...

E cá estou eu a revirar suas páginas... Suas poesias trazem singularidades aos meus olhos.
Vou seguir revirando páginas.
Abraços

Camila Lins disse...

Meu Deus do céu! Meu amigo é um grande artista! Yuh, saiba q adorei o pouco q li e pretendo ler tudinho. Espero q vc sempre mantenha essa sua sensiblidade aflorada e essa criatividade viva. Beijão te cuida.